Curso de ExtJS 4 – Gratuito! – Loiane Groner
Repassando um bom Curso de ExtJS 4 da Loiane Groner! Eu gosto de FLEX e fui procurar outras alternativas…o ExtJS é uma pedida para um bom desenvolvimento e ter um layout bom e funcional para seu sistema. Confira:
Nova aquisição! Atrix!

Comprei um atrix de um vizinho, na caixa. Finalmente não vou ter mais dor de cabeça com o quench!
Motorola Quench mb501

Tenho um Motorola Quench mb501 e digo…não estou muito satisfeito!
Vou deixar o site para atualização, caso alguém conheça algum site melhor para ele, me avisem!
Recomendo esse site: http://sites.google.com/site/gingerxtbr/
Foodspotting: Escolha o prato depois o restaurante!

Achei muito interessante essa aplicação, muito semelhante ao Foursquare, so que o usuário ao invés de mostrar o local…mostra os pratos!!
Lembra mesmo aquela história de você achar a comida da mesa do vizinho saboraso e pedir igual!
Problemas comuns em Computadores

Problema mais freqüentes em PC e suas soluções: 1. Fonte. Danos: Instabilidades nas tensões de saídas afetando completamente o micro geralmente fruto de falha em seus componentes, instabilidade na tensão de entrada (rede elétrica) ou potência inadequada aos componentes do micro. Gera falha na inicialização (micro não liga ou liga e desliga) ou desligamentos aleatórios. […]
JQuery – Parte 1 Capitulo 1 – Conhecendo e usando o JQuery

Nota1: Aviso antes que esse conteudo foi tirado do e-book jQuery for Dummles. Nota2: Caso encontre algum erro de gramatical, me avise comentando na postagem. Neste capítulo O JQuery Criando um ambiente de teste Usando jQuery em uma página da Web Execução de código após carregar a página Web Ao ler este livro você deva está precisando […]
JQuery – Introdução

Aviso antes que esse conteudo foi tirado do e-book jQuery for Dummles.
Seguindo as partes do livro que estou “traduzindo”(via google tradutor), no livro tem as seguintes partes:
Parte I: Introdução ao jQuery
Os capítulos desta parte são uma introdução para o jQuery, o que é, onde obtê-lo, e como usá-lo em uma página da Web. Esta parte é um bom lugar para começar se você nunca olhou para o código jQuery, não são claras sobre o que é um servidor Web, e não sabem como construir uma página da Web básica.
A melhor coisa sobre a parte I é que começa logo no início e não assume que você sabe como fazer o download, upload, e criar páginas Web. Abrange também as partes mais fundamentais de usar jQuery: conectar a biblioteca jQuery para uma página Web, a seleção de elementos em sua página Web, e fazendo efeitos especiais acontecem quando você quer. Quando você terminar a Parte I, você será capaz de alterar o conteúdo ou a aparência de elementos em sua página quando um visitante mouses através de um link na sua página, clica em uma imagem, e muito mais.
Parte II: Elementos que Afetam com Efeitos
O objetivo dos capítulos da Parte II é mostrar-lhe como começar a mudar a aparência de sua página Web em resposta às ações do usuário com jQuery. Eu levo você além de simplesmente mostrar e ocultar elementos em uma página para ações divertidas, como fading in e out e animação.
Parte III: Manipulação de sua página Web
Enquanto a Parte II se concentra em tornar elementos em seu movimento página, fade in e out, e animar, Parte III chega ao cerne da questão. Isto é onde você descobrir como alterar o texto e conteúdo da sua página.
Parte IV: Usando Plug-ins e Widgets
Você leva seu site a um novo nível na Parte IV, onde você descobrir o jQuery abundantes livre plug-ins desenvolvidos por dezenas de programadores talentosos. Os plugins estão apenas esperando para você baixar e integrar no seu próprio site. E eu mencionei que eles estão livres?
Parte V: Criando aplicativos AJAX
Na parte V, você ganha uma compreensão ampla de AJAX e integrar alguns robusta jQuery AJAX plug-ins em seu próprio site. AJAX é complicado e pode envolver a integração de várias linguagens de programação. É um tema que poderia facilmente encher um livro inteiro, mas esta parte dá-lhe uma introdução simples e pontos que você na direção certa para começar.
Parte VI: Integração com jQuery
Sistemas de gerenciamento de conteúdo Content Management Systems (CMS) são muito populares, e não é nenhuma maravilha. Com um CMS, você pode construir um site inteiro robusta em apenas algumas horas. E três dos CMS mais utilizado – Drupal, Joomla, WordPress e -! JQuery apoio. Parte VI dá-lhe indicações sobre incluindo jQuery com todos os três.
Parte VII: A Parte dos Dez
Isso não seria um livro sem uma coleção de listas de trechos interessantes: dez jQuery plug-ins ou add-ons para o seu site, dez truques projeto jQuery, e dez sites que você pode visitar para descobrir ainda mais sobre jQuery. Você encontra tudo isso na Parte VII.
A Parte I, tem os seguintes capítulos:
Capítulo 1: Adiquitindo e rodando o jQuery
Capítulo 2: Acessando elementos HTML
Capítulo 3: Seleção de elementos HTML, atributos e posições
Capítulo 4: Gerenciando Eventos
Os próximo post, será o capítulo 1 da Parte I do livro!
Caso encontre algum erro de gramatical, me avise comentando na postagem.
Obrigado.
Traduzindo um livro pra pegar a base de JQuery!

Apesar de eu já saber programar e já ter manipulado códigos JQuery, resolvi tirar algumas horas do meu dia, tipo a madrugada, pra traduzir esse livro:
OK, ele é pra leigos e tal…mas como disse, quero pegar a base desse Framework e além disso, pode ser vir para quem está querendo aprender ou mesmo montando um bom material sobre.
Logo vou estar postando a parte 1, não se se vou ser processado…vou tentar por ao meu gosto e fazer algumas mudanças.
Preciso pegar esse hábito de postar informações técnicas…recomendo muito, pois ensinando, você aprende pra nunca mais esquecer!
abraços!
Livro Sistemas Colaborativos

Finalmente encontrei um livro muito show a primeira folheada, vai me ajudar muito!!!
Bom trata-se de um livro sobre Sistemas colaborativos, estou estudando o assunto para meu Trabalho de Conclusão de Curso a algum tempo, faltava referenciais e os que tem são bem limitado e desatualizado. Esse livro está recheado com novidades e abordagens diferentes…isso, estou dizendo, porquê apenas dei uma folheada…bom vou postar aqui os resumos que trazem na venda dele. Comprei ele na Saraiva.com, porém, passeado pelo shopping com a namorada fui na Saraiva ver se eles tinham em suas prateleiras esse livro, pra minha surpresa, eles tinham. Antes eu tinha comprado no site, cancelei e tirei ele direto da prateleira, não conseguir esperar!!
Expectativa… 1000 fui!!
CAPA:
Resumo:
Sistemas Colaborativos é o livro-texto da disciplina homônima do currículo de referência da Sociedade Brasileira de Computação.
Sistemas Colaborativos é a tradução adotada no Brasil para designar os termos: groupware e “CSCW” (Computer Supported Cooperative Work). Neste livro, escrito por pesquisadores atuantes nessa área no país, os conteúdos sobre sistemas colaborativos estão organizados de forma disciplinar. São analisados os sistemas que dão suporte ao trabalho em grupo, tais como redes sociais, sistemas de comunicação, ambientes virtuais colaborativos, dentre outros. São discutidos os aspectos sociais relacionados ao uso e também os aspectos técnicos relacionados ao desenvolvimento dos sistemas colaborativos. O objetivo educacional do livro é promover a competência em analisar e projetar sistemas colaborativos para o trabalho e a interação na sociedade conectada.
No site do livro estão disponíveis as apresentações sugeridas para cada aula-capítulo, e também as respostas comentadas para os exercícios propostos ao final de cada capítulo.
Arduino – o documentário!

Por: Filipe Saraiva
Quem conhece projetos e comunidades de software livre, já deve ter ouvido falar do conceito de hardware livre– um projeto de hardware produzido e disponibilizado sob licenças semelhantes às de software livre.
Existem várias implementações de hardware livre disponíveis para os interessados. Entre elas, certamente, a mais conhecida é o Arduino (pronunciasse arduíno).
Arduino já foi usado em projetos tão diferentes quanto robôs, sensores de umidade de plantas (que tuítam caso a umidade chegue a um nível específico), sensor de terremotos (!!!), instrumentos musicais e muito mais. Não é difícil encontrar videos e tutoriais pela internet (e uma dica é acompanhar o próprio blog do Arduino).
Em 2011 foi lançado Arduino – o documentário, onde podemos ter uma ideia do que a comunidade em torno desse projeto é capaz de fazer. Graças aos comparsas baixos do BaixaCultura, que procuraram legenda, revisaram, colocaram no video e o disponibilizaram, você pode agora assistir no próximo parágrafo ao documentário. Divirta-se!
Arduino O Documentário (2010) Português Brasil HD from baixacultura on Vimeo.
Serpro libera cursos a distância gratuitos!
por: Rubens Queiroz de Almeida
Compartilhar para multiplicar conhecimento. Esse é o objetivo do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) ao disponibilizar para a sociedade uma série de 14 cursos, todos licenciados em Creative Commons. Os conteúdos educacionais estão disponíveis para download a todos os interessados e também nos telecentros montados pela empresa.
O conteúdo dos cursos foi elaborado pela Universidade Corporativa do Serpro (UniSerpro) e compõem a grade de treinamento dos empregados e clientes, na modalidade Educação a Distância (E@D). Uma das vantagens para o Serpro em liberar esse material é aproveitá-lo nos telecentros do Programa Serpro de Inclusão Digital (PSID).
Ao todo, são mais 400 espaços públicos de acesso à internet, localizados em comunidades carentes em todo o país, que receberão os treinamentos. “A liberação dos conteúdos livres proporcionará mais autonomia aos Telecentros Comunitários, já que a instalação ocorre no próprio servidor. Além disso, o telecentro poderá oferecer mais esse serviço a sua comunidade”, analisa Antônio Miranda, do PSID. De acordo com ele, a atitude da empresa reforça sua posição no combate à exclusão digital. “O Serpro tem compromisso com a defesa da cidadania e ampliação dos direitos de todos os cidadãos ao acesso gratuito ao conhecimento e a tecnologia”, conclui.
Para Paulo Pastore, da UniSerpro, o compartilhamento do conhecimento é uma das premissas da Universidade. “Licenciar os conteúdos em Creative Commons é a melhor maneira de promover essa troca”, acredita. Uma outra questão importante que ele destaca é o retorno social: “O Serpro é uma empresa que se desenvolve com recursos públicos, nada mais justo do que devolver à sociedade, não só os serviços, mas também parte do conhecimento que é produzido dentro da instituição”.
Quais são os cursos?
Os temas dos cursos são variados, vão desde sensibilizações até introdução a tecnologias conhecidas. Confira a relação: Administração do Tempo, Água para Todos, Correio Expresso, Desvendando a Informática, Ética na Escola Pública, Fundamentos da Linguagem PHP5, Introdução à Gerência de Projetos, Introdução à Linguagem Java, Introdução à Programação Orientada a Objetos, Primeiro Emprego, Sensibilização para Uso do Software Livre, Ubuntu, UML e Usando o Mozilla Firefox.
Como utilizar?
Acesse o endereço www.serpro.gov.br/inclusao/conteudos-educacionais-livres e faça o download dos cursos. Para isso, é preciso ter instalado na máquina o Moodle, uma plataforma livre de aprendizagem que você pode adquirir no seguinte endereço moodle.org/downloads/. Os cursos foram desenvolvidos na versão 1.9.7 e operam perfeitamente nas versões 1.9.x, acima da 1.9.7. Porém, não funcionam em versões anteriores ou no Moodle 2.0.
Licença
Nesse primeiro momento, os conteúdos foram licenciados sob a licença Creative Commons “Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0”. O objetivo do Serpro é avaliar os conteúdos e adequá-los a uma licença mais permissiva, como a CC-BY-SA ou a CC-BY-SA-NC.
Comunicação Social do Serpro – Brasília, 3 de novembro de 2011
Fonte: Portal Serpro
A internet de 15 anos atrás

Esses dias encontrei um infográfico que compara algumas características da internet de 1996 com a internet de 2011, com dados bastante assustadores/animadores. Tempo médio de acesso em 1996: 30 minutos por mês. Tempo médio de acesso em 2011: 27 horas por mês. Tempo médio de carregamento de uma página em 1996: 30 segundos. Tempo médio […]
Cuidados jurídicos ao tentar alavancar sua Startup digital ou de Internet

Quem é profisional ou quer se proficionalizar em T.I, tem que acessar e ler os artigos desse site.
http://www.profissionaisti.com.br/
Separei um para postar aqui no blog:
Por: José Antonio Milagre
Não é preciso muita explicação para chegarmos à conclusão de que no mundo da tecnologia da informação muito pouco é genuinamente criação, e grande parte é cópia ainda que parcial ou derivada.l
No cenário mundial, podemos rememorar em 1988, o caso Apple x Microsoft envolvendo interface gráfica Xerox Alto, com acusações de plágio com o Windows 2.0, bem como o recente caso envolvendo o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg e os irmãos Winklevoss, além de outra batalha com o “ex-sócio” Eduardo Saverin.
Muitos já chegaram até meu escritório com projetos de “idéias on-line” sites do tipo, teve uma idéia, submeta e sinta o “colaborativo” dar o feedback se a idéia é boa ou não, cooperando com a execução. Logicamente, explico que isto pode não dar certo no Brasil, embora tenha esperança que este cenário mude, porque temos uma cultura da cópia, do mínimo esforço. Você correria o risco de alguém com mais dinheiro que você executar seu projeto na frente?
Startups (empresas em implementação com pouca ou nenhuma experiência de mercado e com futuro promissor) são a onda da vez no Brasil, que é líder em empreendedorismo (com um empreendedor para cada oito adultos). Uma necessidade de ter negócios digitais tomam a mente de investidores. Mídias sociais, social commerce, mobilidade, virtualização e cloud, storage, dentre outros são alguns segmentos de interesse. Crescimento e riqueza estão migrando para economias emergentes como Brasil, que aliás possui uma “destreza tecnológica” invejável. Empresas inovadoras, com idéias interessantes, jovens e com poucos recursos para desengavetar projetos ou fazer a “máquina rodar” passam a valer “ouro” em um mercado que cresce no Brasil.
Antigamente, colecionávamos casos envolvendo incubadoras e aceleradoras que concebiam excelentes projetos, porém se ajudavam com uma mão, tiravam com a outra. Quantos profissionais prejudicados por orientadores e incubadoras que em troca do apoio exigiam sociedade ou administração no negócio ou mesmo direitos de exploração econômica dos softwares produzidos pelos empreendedores… Empreendedores chegavam até nós com aberrações contratuais firmadas, onde nada mais podia ser feito a não ser a tentativa de anulação judicial dos negócios.
Atualmente o quadro se agrava, vivemos uma onda de “corretoras de startups” (me desculpem mas não vou usar anglicismos pouco claros) que oferecem a intermediação entre investidores e empreendedores. Chegam com o discurso de que possuem longa carteira de investidores ou fontes de “seed money”, aptos e a investirem em projetos viáveis no mundo da tecnologia da informação e que precisam fazer testes e avaliações. Mapeiam toda a empresa, coletam todas as informações estratégicas e nem sempre o negócio se concretiza.
Outras empresas propõem uma consultoria em formato de evento, onde o empreendedor paga uma inscrição para ter acesso a um ambiente com demais empreendedores, onde irá expor seu projeto e receber a avaliação de ‘especialistas’ que prometem alavancar os negócios em pouquíssimos dias. Algumas ainda oferecem a investidores faixas de preços para “startups” que dizem fazer a prospecção. Tem stratup de 10k, de 20k e assim por diante…
Quais os riscos? Seu projeto ser absolutamente usurpado, em um conceito que chamamos de “aproveitamento parasitário”. Não estou pedindo que engesse seus negócios digitais, mas para não se prejudicar ao tentar “recursos” para sua alavancar sua startup, algumas orientações básicas são necessárias e pertinentes:
Conheça sua empresa. Se você já não é uma pessoa física, conheça seu tipo societário, tributos existentes, obrigações. Leia o contrato social de sua empresa, conheça os poderes do sócio administrador;
Proteja sua obra. Seja um software, desenho industrial ou mesmo um serviço inovador, há a possibilidade de proteção intelectual por formas distintas no Brasil. Consulte um especialista e tenha as Leis 9609 e 9610/1998 sempre à mão;
Conheça as leis existentes. Não é possível ser um empreendedor ou inventor em Ti e não conhecer os conceitos da Lei de Inovação 10.973/2004 e demais leis inerentes. Se o projeto envolver desenvolvimento, blinde o contrato com os desenvolvedores, deixando claro seus direitos patrimoniais sobre o produto;
Celebre acordos de confidencialidade. Carregue na sua pasta os chamados NDAs (Non-disclosure-agreements) e não comece a falar nada sobre seu projeto sem que o interlocutor, investidor ou corretor assine e obrigue-se a confidencialidade, principalmente, se você já tem um modelo de negócios pré-definido;
Se seu negócio se enquadra no conceito de “inovação”, procure agências de fomento legalizadas, que poderão financiar seus projetos desde que estimulem o desenvolvimento da tecnologia e inovação;
Faça parte de associações com credibilidade no setor. SUCESU, ASSESPRO, ABRAT, ANPROTEC, dentre outras associações poderão oferecer assessoria, mentores e apoio ao empreendimento de TI, além de respaldo jurídico e mediação especializada em casos de litígios com investidores e terceiros;
Esteja “up-to-date” com as linhas de financiamento FINEP e BNDES. Talvez, com um bom projeto, você consiga um dinheiro sem a necessidade de abrir capital ou quotas da sua empresa. O SEBRAE também não deve ser descartado;
Esteja aberto a investimentos e conversações (lógico!), porém cheque a integridade de “intermediários” e “investidores”. O Google está aí para isso. Pesquise casos passados, avalie. Assim como eles farão uma análise de risco e due dilligence sobre o seu negócio, faça sobre o deles, principalmente, se sua empresa já está faturando; Se o investidor for estrangeiro, consulte o modelo legal existente em seu país de origem; Gustavo Chierighini (http://www.saiadolugar.com.br/2010/08/03/9-mitos-sobre-capital-de-risco-para-startups/) é preciso em sua explicação sobre o tema, onde pondera que: “Não acredite na força dos relacionamentos, isso é pura ilusão. Intermediários baratos adoram usar isso para conquistar negócios e clientes. Ninguém vai investir absolutamente nada por causa disso. Gestores de investimentos prestam contas sobre suas decisões e nessas horas a amizade pode até atrapalhar”;
Cuidado com programas de aceleramento relâmpago de sua empresa inovadora de TI. Só querem o seu dinheiro, em troca, vão te despejar inúmeras planilhas e números, conceitos e alguns e-mails, para que você se vire. Em co-working, saiba antes dos direitos e deveres de cada um e como ficará a propriedade ou co-propriedade do projeto após finalizados os trabalhos;
Não busque assessoria jurídica orientada ao incidente. Tenha profissionais especializados em direito e tecnologia da informação do seu lado, a cada etapa de amadurecimento de seu projeto. Não faça nada sem antes consultá-los, inclusive nos contratos de venda da empresa ou cessão de direitos de exploração. Não aceite tudo que está escrito nos contratos ou cartas de intenções (term-sheets), questione! Muito cuidado quando o empreendedor se mantiver com algumas ações da empresa, será preciso avaliar cláusulas que limitam seus poderes neste caso.
Com estas singelas orientações, o empreendedor digital poderá minimizar riscos de ter sua idéia sabotada, de concorrência desleal ou até mesmo, exclusão dos quadros societários da startup, sendo forçado a vende-la. O aspecto jurídico deve estar presente em todo o projeto de anuncio e aceleração das startups.
Logicamente, cobrar pelo serviço de captação de recursos ou consultoria para o negócio são atividades comuns, porém desconfie de consultorias que como preço pedem sociedade ou participação nos lucros da empresa. Normalmente, o ingresso à sociedade se dá apenas para investidores e na modalidade venture capital ou capital de riscos, que é um tipo de investimento privado, através do qual se compra participação societária em startups que apresentem possibilidades de crescimento exponencial.
Importa dizer, as fusões e aquisições devem ser planejadas, sobretudo no que tange a aspectos legais existentes em relação aos dados de consumidores.
Devemos ter em mente que incumbents vão cada vez mais tentar a aproximação de Startups, sobretudo com os eventos de Olimpíadas e Copa do Mundo a se realizarem no Brasil. Viveremos a chamada “febre das aceleradoras”. Isto é bom? Isso é ótimo, mas a ânsia em conceber um modelo de negócio e ver um projeto decolar pode superar etapas de planejamento, risco e segurança, que podem impactar completamente o futuro da startup e de seus criadores. Pense nisso e cautela!
Participe do TechInter 2011, uma conferência focada em mercado, empreendedorismo, novas oportunidades em tecnologia da informação. Excelente oportunidade para contato com especialistas e precisosas informações estratégicas sobre criação de Startups e novos negócios digitais. Para saber mais acesse: www.techinter.com.br
José Antonio Milagre é Perito e Advogado especializado em Direito Digital
Twitter: http://www.twitter.com/periciadigital
E-mail [email protected]
FONTE: http://www.profissionaisti.com.br/2011/08/cuidados-juridicos-ao-tentar-alavancar-sua-startup-digital-ou-de-internet/
O Guia do Empreendedor para as Aceleradoras Brasileiras & Paraenses!
Olá!
Estava lendo um post no WebHolic com o título “O guia do Empreendedor para as aceleradoras brasileiras” que diz respeito ao número cada vez crescente das startups e com elas as incubadoras, mais conhecida nesse meios como Aceleradoras.
Aqui nesse link, você pode ler mais sobre as principais aceleradoras brasileiras.
Aqui no Pará, a Aceleradora de grande destaque é a Amazon Startups que na sua própria definição:
[amazonStartups]
É um movimento que busca engajar pessoas, em especial empreendedores a montar novas empresas, sendo elas de tecnologia ou não, com um modelo de negócios diferenciado. Em uma visão mais ampla pretendemos unir investidores, empreendedores e todas as variáveis importantes (Investidor / Empreendedor / Mentor / Profissionais / Apoiador) para iniciar um negócio sustentável, que possa ganhar escala mundial e desenvolver a região amazônica.
A descrição já diz tudo!
Você encontra no site da Amazon Startups notícias, entrevistas, eventos, PodCasts e informações para você ter um bom espaço para Coworking.
Para participar basta acessar o site e se cadastrar para receber novidades.
http://www.amazonstartups.com/
Se alguém souber de outras aqui do Pará me avisem!=^)
Um Show de Empreendedorismo com Waldez Luiz Ludwig

Dei uma pausa dos estudos/trabalhos para assistir alguns vídeos muito motivadores sobre empreendedorismo, muitas dicas para motivar tanto os patrões quanto aos empregados a serem melhores e de como o mercado está atualmente.
Vale muito a pena assistir, recomendadissimo:
No programa “Sem Censura” o mestre Waldez Luiz Ludwig apresenta uma aula de administração reportando os maiores erros que um funcioário e um empreendedor acabam cometendo em suas vidas profissionais.
Parte 1
parte 2
Parte 3
No programa do Jô Soares:
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
Motivação A Gestão Estratégica Waldez Ludwig:
Repasse para seus chefes, gerentes e amigos!
Motivação A Gestão Estratégica Waldez Ludwig